Seguros Mutualistas de Saúde
Acesso às melhores redes médicas com um modelo humano e sem fins lucrativos.
A Solidários nasceu da experiência de mediadores que aprenderam com o melhor do mutualismo segurador internacional e trouxeram esta visão para Portugal.
Esta experiência moldou uma forma diferente de pensar o seguro: centrada na solidariedade, na ética e na confiança entre pessoas.
Hoje mantemos viva essa energia inicial, escolhendo qualidade em vez de quantidade e colocando sempre a dignidade e a clareza no centro da proteção.
Para nós, cada segurado merece mais do que um contrato, merece uma atitude humana que acompanha e protege em todas as circunstâncias.
Acesso às melhores redes médicas com um modelo humano e sem fins lucrativos.
Garanta o seu empréstimo, mas também o futuro da sua família.
Apoio legal acessível a todos. Inclui honorários de advogados e outras despesas.
Erasmus, Visto Schengen, Turismo, Aventura.
Automóvel, Acidentes de Trabalho, Multirriscos Habitação, Pet e outros.
Destaque
Conheça a “ADSE das Empresas”: um seguro de saúde sem finalidade lucrativa, inspirado no modelo da ADSE e adaptado ao setor privado, com proteção sem limites de capital na hospitalização e no ambulatório, sem limite de idade e sem exclusão de doenças pré-existentes.
É um seguro de saúde sem finalidade lucrativa, inspirado no modelo da ADSE e adaptado ao setor privado, com proteção sem limites de capital na hospitalização e no ambulatório, sem limite de idade e sem exclusão de doenças pré-existentes.
Ao contrário dos seguros tradicionais — onde o valor do prémio aumenta com a idade e o nível de proteção pretendido — nesta solução o valor da contribuição resulta da aplicação de uma taxa fixa de 3,5% ao salário base, independentemente da idade, função ou histórico clínico do colaborador.
A solução pode ser implementada de duas formas flexíveis:
Esta solução inovadora proporciona uma proteção em saúde de elevada qualidade, que se distingue pela continuidade e pela estabilidade.
Para a empresa, traduz-se em previsibilidade financeira, valorização da marca, maior competitividade na atração e retenção de talento e benefícios fiscais relevantes (IRC e IRS). Para os colaboradores, significa acesso a uma proteção estruturalmente superior à maioria dos seguros individuais do mercado, sem agravamentos por sinistralidade ou envelhecimento.
A proteção é abrangente e cobre as áreas essenciais da saúde:
Os copagamentos a cargo do segurado são inferiores aos que normalmente encontramos no mercado.
As famílias portuguesas suportam uma parte muito elevada das despesas de saúde através de pagamentos diretos ou de seguros privados contratados individualmente. Contudo, os seguros tradicionais penalizam a idade, excluem pré-existências ou tornam-se incomportáveis quando adicionam as garantias de estomatologia e medicamentos.
Os seguros mutualistas seguem um modelo solidário, muito comum no Norte da Europa, e que já começa a ganhar espaço em Portugal. Por norma, estas soluções têm menos exclusões, o que é um dos aspetos mais relevantes para quem procura verdadeira proteção, mesmo para pessoas sem complicações de saúde.
Quando uma seguradora exclui uma patologia, isso significa, na prática, que não paga se esse problema acontecer. Já uma mútua que, por norma, não exclui determinadas doenças está a proteger mais e a assumir mais risco pelos seus associados.
Além disso, estes modelos costumam aceitar pessoas de todas as idades e, por norma, não exigem questionário médico, tornando o acesso mais simples e inclusivo.
No fundo, tratam a saúde como um compromisso coletivo, e não apenas como um produto comercial. A Solidários está aqui para explicar todas as vantagens desta filosofia.
Um seguro assume um risco — sendo o risco a probabilidade de algo nos acontecer e de haver consequências negativas da materialização desse risco. Um plano de saúde apenas dá descontos, desconto que, na prática, é o prestador a dar.
Por esse motivo, no seguro mutualista não há limite de capital, não há períodos de carência, são aceites pessoas de todas as idades e não se excluem doenças.
A Sra. Maria tem um seguro de saúde que garante 30 mil euros de hospitalização; a vizinha tem apenas um plano de saúde. Ambas precisam de fazer uma cirurgia ao joelho que custa cerca de 15 mil euros.
A Sra. Maria paga 500 euros de copagamento e o restante é a seguradora que paga. A vizinha tem um desconto que, em média, ronda os 5 a 15% — cerca de 2 000 euros —, pelo que acaba a pagar à volta de 13 mil euros.
A seguradora da Sra. Maria assumiu quase a totalidade do custo da cirurgia. Como a vizinha não tem seguro de saúde e possui apenas um plano, foi ela quem assumiu quase a totalidade da cirurgia.
Para explicar porque é que os seguros aumentam tanto quando são usados como quando praticamente não foram acionados, vale a pena olhar para dois exemplos muito conhecidos: os seguros de saúde e o seguro automóvel. Nos dois casos, a lógica é semelhante. Quando uma pessoa usa muito o seguro de saúde, sobretudo em situações de maior custo como cirurgias, internamentos ou tratamentos prolongados, está a gerar despesa direta para a seguradora. No seguro automóvel acontece o mesmo: se alguém tiver um acidente com culpa, é natural que o prémio aumente no ano seguinte, porque obrigou a seguradora a pagar indemnizações.
Mas o que muitas pessoas não sabem é que o seguro também pode aumentar mesmo quando não foi usado. Imagine o caso do seguro automóvel: uma pessoa não teve qualquer acidente, mas naquele ano houve muitos sinistros no universo de segurados, fenómenos da natureza que destruíram viaturas ou indemnizações muito acima do previsto. A seguradora teve mais despesa do que o esperado e, para manter os equilíbrios atuariais, precisa de ajustar os prémios de todos, incluindo os que não acionaram o seguro.
E até dentro do próprio ramo automóvel existem diferenças importantes entre seguradoras. Algumas podem agravar o prémio porque o cliente acionou coberturas como roubo, incêndio ou quebra de vidros, enquanto outras só consideram fatores de agravamento quando há responsabilidade civil ou quando são acionados danos próprios. Ou seja, nem todas funcionam da mesma forma.
Nos seguros de saúde acontece exatamente o mesmo. Quem usa pode ver aumentos porque gerou custos diretos. Quem não usa também pode ver aumentos, porque o valor do seguro reflete a realidade global: mais consultas, mais cirurgias, inflação médica, maior utilização no universo de segurados e custos hospitalares cada vez mais elevados. O aumento não é pessoal, é estrutural. Não podemos esquecer que, nos seguros de saúde, a idade é um fator determinante no agravamento do prémio anual.
Existem soluções mais avançadas onde o prémio não aumenta por utilização individual, porque o risco é distribuído de forma equilibrada e as atualizações refletem apenas o comportamento global do universo de segurados. Este tipo de modelo é visto como mais justo e estável, e é precisamente nestes pormenores que se nota a diferença entre um seguro comum e uma solução realmente evoluída.
Há pessoas que nascem com problemas congénitos e, se mais tarde tentarem fazer um seguro de saúde tradicional, essa condição será normalmente excluída por ser considerada pré-existente. Na prática, exclusão significa apenas uma coisa: se acontecer algo relacionado com essa patologia, a seguradora não paga.
O que muitas pessoas não sabem é que as doenças congénitas não se manifestam apenas no nascimento. Podem surgir ou ser diagnosticadas em qualquer fase da vida, incluindo na adolescência ou já na idade adulta. Isto é especialmente comum em problemas congénitos do foro cardíaco, como malformações estruturais, alterações nas válvulas ou defeitos que só se tornam evidentes mais tarde.
Quando um seguro exclui estas situações, deixa de existir verdadeira proteção. Acreditamos que é no momento da contratação que devemos pensar que solução queremos que nos proteja melhor no futuro.
Mesmo que um seguro de saúde termine, a seguradora é legalmente obrigada a garantir uma cirurgia ou tratamento que tenha sido iniciado enquanto o contrato estava ativo. Esta continuidade é um imperativo legal e mantém-se até ao limite do capital ainda não utilizado.
Imaginemos que uma pessoa usou o seguro para uma cirurgia ao joelho, mas poucos meses depois terminou o contrato e ficou sem seguro. Meio ano depois, o médico diz que tem de fazer nova cirurgia porque a inicial não foi suficiente. A nova cirurgia vai ser suportada pela seguradora.
No fundo, o contrato pode acabar, mas os direitos não desaparecem. A proteção continua até ao limite do capital disponível e dentro do prazo legal de 2 anos. Fique sempre atento a alterações da lei.
É um seguro que garante acompanhamento por advogados especialistas em várias situações da vida, como dúvidas e litígios laborais, administrativos e fiscais, reclamação por danos, conflitos com fornecedores de serviços, entre outros.
Cada vez mais pessoas moram em casa arrendada. Se a sua família receber uma carta com um aumento inesperado da renda, ou se for pedida a desocupação do imóvel, quem a protege? Por um valor inferior ao de uma única consulta jurídica, garante uma verba para honorários de advogados especialistas, além de cobrir, caso sejam necessários, custos com peritagens, pagamento de cauções ou custas judiciais.
Sim, e a vantagem pode ser enorme. Por norma, os seguros de viagem oferecidos pelos cartões de crédito funcionam em regime de reembolso: primeiro tem de suportar a despesa do próprio bolso e, só depois, mediante a apresentação de relatórios médicos e comprovativos, poderá ser reembolsado.
Em contrapartida, os seguros de viagem dedicados possuem capitais elevados de despesas médicas em que o pagamento é feito diretamente ao hospital. Isto evita desembolsos avultados em viagem e reduz drasticamente a burocracia.
Sim. Trabalhamos com uma vasta gama de soluções para proteger a sua vida e o seu património, incluindo Seguros de Vida, Acidentes Pessoais, Saúde, Automóvel, Equipamentos Eletrónicos, Obras de Arte, Responsabilidade Civil Profissional, Viagem, entre muitos outros.
Sim. Visite as nossas redes sociais, em especial o YouTube e o TikTok.
Estamos aqui para ajudar a escolher a proteção certa para si, para a sua família ou para a sua organização.
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